Neste domingo, 1º de novembro, Eduardo Bolsonaro (PL-SP) compartilhou um vídeo nas redes sociais agradecendo a Donald Trump pelo suporte ao seu irmão, Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A declaração de Eduardo veio após comentários de Trump, que afirmou que Flávio foi tratado de forma “muito mal” no Brasil.
A situação gerou repercussão quando Trump foi questionado por jornalistas sobre a possibilidade de se encontrar com Flávio durante sua visita à Flórida. Embora tenha dito que não tinha planos de reunião, Trump ressaltou que Flávio é bem-vindo para ficar nos Estados Unidos pelo tempo que desejar.
“Ele pode ficar aqui pelo tempo que quiser. Ele é bem-vindo”, declarou o ex-presidente dos EUA.
No vídeo, Eduardo Bolsonaro expressou sua gratidão a Trump, afirmando que a análise do ex-presidente demonstra uma compreensão das dificuldades enfrentadas no Brasil. Ele criticou a apreensão do passaporte de Flávio, que ocorreu apenas sete minutos após a divulgação do resultado da eleição, levantando questionamentos sobre a integridade do processo democrático no país.
“Considero incomum que, em uma democracia, um candidato derrotado tenha seu passaporte apreendido tão rapidamente após a divulgação do resultado”, afirmou Eduardo, sem apresentar evidências para suas alegações sobre irregularidades eleitorais.
O ex-deputado também manifestou a opinião de que cada vez mais pessoas compartilharão sua visão sobre a deterioração das garantias democráticas no Brasil, especialmente em relação à liberdade de expressão e à imunidade parlamentar. “O Brasil já não é mais uma democracia”, completou.
Trump, durante a conversa com jornalistas, também criticou a eleição que resultou na vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), considerando o resultado uma “vergonha”.
Essa troca de declarações entre Eduardo e Trump destaca a polarização política que persiste no Brasil e a relação contínua entre membros da família Bolsonaro e o ex-presidente dos EUA.
Fonte: Revista Oeste.









