Em uma reflexão profunda, Philip Anthony Mitchell destaca que o papel dos pastores não é tornar o evangelho popular, mas sim proclamar a verdade de Deus. Em seu livro “Contend”, publicado pela Thomas Nelson, ele enfatiza que Jesus foi o modelo supremo de força serena, sempre testemunhando a verdade em público e convidando os pecadores ao arrependimento.
Mitchell, que tem enfrentado críticas e ataques nas redes sociais, defende que a pregação do evangelho deve ser feita com coragem, mesmo diante da escarnecimento. Ele questiona como pode ser acusado de ódio ou de ser um “falso profeta”, uma vez que seu ministério é fundamentado em amor e serviço a todos. O autor se indigna com a falta de compreensão e a tendência de algumas pessoas de atacar a mensagem que, muitas vezes, os confronta.
O pastor também critica a recente abordagem de um colega na África Ocidental, que, ao pregar sobre o Islã, foi elogiado por sua suposta habilidade em promover a unidade inter-religiosa. Mitchell argumenta que esse tipo de pregação compromete a verdade do Evangelho, colocando Jesus como uma das várias vozes, quando na verdade Ele é o único caminho para a salvação.
Ele reafirma que a mensagem do evangelho não é sobre sincretismo, mas sobre um reino com um único Rei, que voltará para julgar. A responsabilidade dos líderes é transmitir essa verdade sem concessões, pois cada erro cometido no púlpito pode levar a consequências graves para a congregação.
Mitchell, ao citar a Epístola de Judas, ressalta que não devemos coexistir com falsos ensinamentos, mas sim defender a fé. Ele lembra que todos os crentes têm o chamado de serem sacerdotes em suas comunidades e que seu testemunho deve ser firme e claro.
Por fim, o autor convoca cada fiel a reconhecer seu papel na missão de proclamar as verdades do Evangelho em todos os aspectos da vida, seja no trabalho, na vizinhança ou em casa, reforçando que a responsabilidade de compartilhar a mensagem de Cristo é de todos.
Fonte: Christianity Today.









