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Flávio Bolsonaro não privatizará Petrobras, Banco do Brasil e Caixa, afirma coordenador econômico

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Adolfo Sachsida, coordenador econômico da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), confirmou em 8 de outubro de 2026 que não haverá privatizações da Petrobras, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, caso Flávio seja eleito. Em sua declaração, Sachsida ressaltou o compromisso de fortalecer os programas de transferência de renda, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

O ex-ministro de Minas e Energia no governo Jair Bolsonaro destacou que a prioridade será o ajuste fiscal, com uma meta de 1,5% do PIB, cerca de R$ 200 bilhões. Ele identificou os altos salários no serviço público como um dos focos para reduzir despesas, afirmando que algumas remunerações chegam a R$ 200 mil mensais, o que considera inadequado para a função pública.

Em um vídeo compartilhado em sua conta na rede social X, Sachsida garantiu aos funcionários das estatais que suas empresas permanecerão sob a gestão do governo. “Não existirão privatizações de empresas. Nós respeitamos demais a história de vocês”, afirmou, prometendo fortalecer a administração das estatais.

Além disso, o coordenador econômico enfatizou a importância de uma estrutura administrativa mais eficiente, propondo a redução do número de ministérios e a revisão de despesas consideradas excessivas. Embora tenha mencionado a necessidade de uma gestão mais enxuta, não especificou quantas pastas poderiam ser eliminadas.

Para o setor empresarial, as propostas incluem a redução da carga tributária e a diminuição da burocracia, embora detalhes sobre a implementação dessas medidas não tenham sido apresentados.

Sachsida, que é funcionário de carreira do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), assegurou que a reorganização das finanças federais será feita por uma equipe qualificada, com o objetivo de equilibrar as contas públicas em respeito à população brasileira. Ele também pediu aos eleitores que não se deixem levar por informações falsas sobre suas propostas.

Fonte: Revista Oeste.