O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reagiu a uma declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) referente à profissão de gari, considerada “muito pobre” pelo petista. A crítica de Flávio foi publicada em suas redes sociais no último domingo (30).
Durante um ato de campanha em Belo Horizonte (MG) no dia anterior, Lula afirmou que o trabalho dos garis reflete a falta de oportunidades educacionais e, segundo ele, não traz o mesmo orgulho que outras profissões, como a de médico ou engenheiro. “O cara tem orgulho de falar: ‘Eu sou engenheiro, eu sou médico’. Mas lixeiro é uma coisa pobre de quem não pode estudar”, destacou Lula.
Flávio contestou essa visão, defendendo que o trabalho dos garis é honesto e merece respeito. “Pobre não é o trabalho de quem acorda cedo, enfrenta sol e chuva para sustentar sua família. Pobre é seu pensamento, Lula”, afirmou o senador, enfatizando que não existe profissão de pobre, mas sim trabalho digno que deve ser valorizado.
Além de criticar a declaração de Lula, Flávio também fez menção ao filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, citando acusações de corrupção relacionadas a ele. “Os nossos garis podem voltar para casa cansados, mas com a cabeça erguida, levando dignidade para suas famílias, ao contrário de quem é acusado de receber propina”, disse.
Flávio finalizou sua mensagem cobrando mais respeito pelos trabalhadores da limpeza urbana, afirmando que “vergonha não é ser gari”, e que é inaceitável que um presidente diminua a importância de milhões de brasileiros que trabalham arduamente para sustentar suas famílias.
Fonte: Gazeta Do Povo.









