O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) apresentou suas propostas para o Nordeste em sua campanha à Presidência, destacando um plano que abrange infraestrutura, segurança pública, geração de empregos e programas sociais. Durante eventos em Alagoas, nos dias 25 e 26 de agosto, o candidato enfatizou a importância de integrar as capitais nordestinas e a continuidade do Bolsa Família para as famílias em situação de vulnerabilidade.
Entre os principais projetos anunciados, destaca-se o “Trem do Nordeste”, uma ferrovia com cerca de 1,4 mil quilômetros que pretende conectar as capitais Salvador, Aracaju, Maceió, Recife, João Pessoa, Natal e Fortaleza. Flávio argumentou que essa obra não só facilitará o transporte de passageiros, mas também impulsionará o turismo na região.
“Estamos planejando um trem que vai interligar todas as capitais do Nordeste, promovendo não apenas a locomoção, mas também atraindo turistas para a nossa região”, afirmou o senador.
A proposta também inclui investimentos em segurança hídrica, visando aumentar a disponibilidade de água para consumo e produção agrícola. Flávio ressaltou que a água é fundamental para o desenvolvimento do potencial agrícola nordestino. “Podemos garantir água de qualidade para que o Nordeste se torne um grande produtor de alimentos”, disse.
A manutenção do Bolsa Família foi outra promessa feita por Flávio, que defendeu a necessidade de transformar esse benefício em um trampolim para a inserção no mercado de trabalho. “Os programas sociais não devem ser o fim, mas o início de um caminho para a autonomia financeira”, destacou.
No campo da segurança, Flávio destacou a experiência de seu candidato a vice, Alfredo Gaspar, ex-secretário de Segurança de Alagoas, como um trunfo para enfrentar a violência. “Alfredo tem uma trajetória sólida no combate ao crime e irá contribuir muito para a segurança pública em nosso governo”, afirmou.
O candidato também reiterou a importância do Nordeste para o desenvolvimento do Brasil, afirmando que a região não é um problema, mas sim uma solução. “O Brasil só será grande quando o Nordeste for grande”, concluiu.
Fonte: Gazeta Do Povo.








