O Departamento da Guerra dos Estados Unidos (Pentágono) atualizou na segunda-feira, 8 de junho, a relação de companhias que considera conectadas às Forças Armadas da China, acrescentando a gigante do comércio eletrônico Alibaba, a montadora de veículos elétricos BYD e a empresa de buscas Baidu.
Instituída em 2021, a lista agora reúne 188 empresas chinesas. As companhias incluídas ficam sujeitas a restrições, como a proibição de fechar contratos de defesa com o governo norte-americano.
Reações de Pequim e das empresas
A Embaixada da China em Washington acusou o Pentágono de “extrapolar o conceito de segurança nacional” e de criar registros “discriminatórios” para perseguir empresas do país.
A Alibaba afirmou que não tem caráter militar nem participa de política de integração entre setores civil e militar. A Baidu classificou sua inclusão como “totalmente infundada”. Já a BYD declarou que irá proteger seus “direitos e interesses legítimos” por todas as vias administrativas e legais disponíveis.
Não foram divulgados detalhes sobre eventuais novas medidas punitivas além das restrições já previstas para as empresas listadas.
Com informações de Gazeta do Povo