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Flávio Bolsonaro diz na Marcha para Jesus que “mundo do mal” deixará o governo ainda em 2026

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O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmou nesta quinta-feira (4) que “o mundo do mal será expulso do governo” do Brasil ainda em 2026. A declaração foi feita durante a 34ª edição da Marcha para Jesus, realizada na capital paulista.

“Vamos orar pelo nosso Brasil. Essa guerra é espiritual e hoje é a maior resposta que nós podemos dar ao mundo do mal que vai ser expulso do governo desse Brasil neste ano, em nome do Senhor Jesus”, disse o senador ao público reunido no evento.

Flávio destacou que vê o país atravessando uma “guerra espiritual” e afirmou que a participação na marcha serviu para “recarregar as baterias” e orar pelas famílias brasileiras. “Às vezes a gente acorda com o coração um pouco apertado, mas tem que ajoelhar e pedir a Deus força e alegria, e hoje é um dia que está explodindo”, declarou ao canal oficial do encontro.

Autoridades presentes

Além do senador, estiveram na marcha o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos); o prefeito paulistano, Ricardo Nunes (MDB); o ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça; e o advogado-geral da União, Jorge Messias, que representou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O evento marcou o reencontro público entre Flávio Bolsonaro e Tarcísio de Freitas após semanas de distanciamento político provocadas por divergências dentro do campo conservador.

Maior manifestação evangélica da América Latina

Reconhecida como a maior mobilização evangélica da América Latina, a Marcha para Jesus reúne anualmente milhões de fiéis nas ruas de São Paulo. A organização ainda não divulgou o número oficial de participantes desta edição, mas a expectativa era de aproximadamente dois milhões de pessoas. A programação incluiu apresentações musicais, momentos de oração e discursos de líderes religiosos e autoridades.

Flávio Bolsonaro encerrou sua participação pedindo que os fiéis intensifiquem as orações pelo país e reiterando que a fé cristã seria, segundo ele, essencial para “fortalecer as famílias e os valores” no Brasil.

Com informações de Gazeta do Povo