O deputado federal e ex-secretário especial de Cultura, Mário Frias, divulgou nota oficial nesta quarta-feira (13/05/2026) para negar que o longa-metragem Dark Horse — produção que narra a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro — tenha recebido recursos do banqueiro Daniel Vorcaro.
Segundo Frias, o projeto é financiado “100% com capital privado” e não utiliza “um único real de dinheiro público”. O produtor executivo também afirmou que o orçamento da obra segue “relações comerciais lícitas” e classificou como infundadas as informações de que Vorcaro teria injetado R$ 2 milhões na produção.
Relação com a família Bolsonaro
No comunicado, Frias ressaltou que o senador Flávio Bolsonaro não detém participação societária na produtora GOUP Entertainment nem no filme. De acordo com ele, o parlamentar apenas cedeu os direitos de imagem da família e atuou de forma institucional para atrair investidores privados.
Gravações e cobrança de dívidas
O esclarecimento veio após a divulgação de áudios em que Flávio Bolsonaro solicita a Vorcaro recursos para quitar débitos do projeto, inclusive salários de atores de “primeiro escalão”. O senador negou qualquer irregularidade, alegando ter buscado apenas investimento privado.
Acusações de motivação política
Frias apontou que o filme é alvo de uma “campanha permanente de descredibilização” motivada por razões ideológicas, destinada a afastar parceiros e comprometer a viabilidade da produção. Ele garantiu que Dark Horse tem padrão “hollywoodiano”, será lançado nos próximos meses e conta com elenco, diretor e roteirista de renome internacional.
Gestão anterior na Cultura
O ex-secretário recordou sua passagem pela Secretaria Especial de Cultura, momento em que, segundo ele, administrou “bilhões da Lei Rouanet” sem registro de irregularidades. “Quem não se enriqueceu com bilhões certamente não iria se sujar pelos R$ 2 milhões que a imprensa tenta atribuir”, concluiu.
Com informações de Gazeta do Povo