O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), determinou a demissão de Bernardo Moreira Amado Barros na noite de quinta-feira (30) depois de o então assessor parlamentar invadir, ao vivo, uma transmissão da GloboNews realizada no Salão Verde da Casa. A exoneração foi oficializada no Diário Oficial nesta sexta-feira (1º).
Barros integrava a equipe do deputado André Janones (Avante-MG) e interrompeu o programa Estúdio I durante um debate sobre o PL da Dosimetria. Ao entrar na cena, usou palavrões para criticar o projeto e declarou apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O deputado Cabo Gilberto (PL-PB), que concedia entrevista no momento, condenou a atitude. “Enquanto eu debatia, de forma serena e democrática, ele tomou o microfone da jornalista, gritou ofensas e tentou fugir”, afirmou. Segundo o parlamentar, o assessor reagiu de maneira hostil ao ser abordado e acabou levado à Polícia Legislativa.
A liderança do PL avaliou que a exoneração “é o mínimo” e questionou como Barros foi nomeado para o cargo. Até a publicação desta reportagem, André Janones não havia se manifestado sobre o episódio.
Com informações de Direita Online