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Psicóloga afirma ter sido condenada por 11 a 0 após citar Deus em público

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Brasília, 24 de abril de 2026 – A psicóloga e psicanalista Marisa Lobo declarou nesta sexta-feira (24) ter sido condenada por unanimidade (11 a 0) em julgamento motivado, segundo ela, por manifestações públicas de fé cristã. A profissional garante não ter sido acusada de má prática, fraude ou violação ética no consultório, mas apenas de “falar de Deus” e expressar convicções religiosas fora do ambiente clínico.

Em artigo publicado no portal Pleno.News, Lobo afirmou que o caso simboliza um “alerta nacional” sobre o que classificou como tentativas de constranger psicólogos cristãos. “O diploma não cancela direitos fundamentais. O registro profissional não sequestra a consciência”, escreveu.

A psicóloga relatou que, em diferentes contextos, colegas religiosos têm sido tratados como “suspeitos permanentes” por defender valores ligados à fé, à família ou por divergir de correntes ideológicas. Para ela, esse tipo de processo representa o avanço de uma “mentalidade autoritária” na área da saúde mental.

Lobo defendeu o pluralismo na profissão e ressaltou que a psicologia não pertence a uma vertente política ou visão antirreligiosa. “O que não pode existir é uma nova caça às bruxas travestida de procedimento administrativo”, afirmou, acrescentando que pretende continuar exercendo a profissão “com técnica, ética e liberdade de crença”.

Com mais de uma década de atuação, Marisa Lobo possui pós-graduações em Psicanálise, Gestão e Mediação de Conflitos, Educação de Gênero e Sexualidade, Filosofia de Direitos Humanos e Saúde Mental, além de habilitação para o magistério superior.

O caso reacende o debate sobre a presença de temas religiosos na prática psicológica e ocorre em meio a outras discussões legais envolvendo profissionais cristãos, citadas pela autora no mesmo artigo.

Com informações de Pleno.News