No feriado de Tiradentes, comemorado nesta terça-feira, 21 de abril de 2026, o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, usou as redes sociais para relacionar a luta do inconfidente à situação política atual do país. Em vídeo publicado em seus perfis, o empresário mineiro afirmou que o Brasil trocou a dominação portuguesa por uma nova “corte de intocáveis”, formada, segundo ele, por integrantes do governo federal, do Supremo Tribunal Federal (STF) e de grupos econômicos instalados em Brasília.
Zema recordou a figura de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, como símbolo de resistência contra impostos altos e abusos do poder colonial. Para o ex-governador, mesmo após independência, República e redemocratização, persiste a dúvida sobre “quanta liberdade o brasileiro de fato possui”.
Críticas à elite política
Sem citar nomes no vídeo, mas aludindo ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao STF, Zema disse que “parte da elite política e institucional se coloca acima das regras que valem para o restante da sociedade”. Ele comparou a atual carga tributária à exploração fiscal do período colonial e afirmou que o ideal de um país “mais justo, com igualdade perante a lei e oportunidades para quem trabalha”, defendido por Tiradentes, ainda está distante.
Eleições como oportunidade
Ao encerrar a mensagem, Zema classificou as próximas eleições como “momento decisivo” para que os eleitores escolham entre “manter o modelo vigente” ou “promover uma transformação que devolva o protagonismo ao cidadão”. “A luta dos inconfidentes ainda não acabou. Liberdade, ainda que tardia”, escreveu.
Com informações de Direita Online