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Psicóloga critica Moraes e defende prisão domiciliar para Bolsonaro

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Em artigo publicado nesta quinta-feira (19), a psicóloga e psicanalista Marisa Lobo questionou a atuação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes no processo que mantém o ex-presidente Jair Bolsonaro, de 70 anos, preso preventivamente. Segundo a colunista, a permanência do político em unidade prisional ignora fatores de saúde física e emocional que, no entendimento dela, justificariam a concessão de prisão domiciliar.

Lobo afirma que Bolsonaro apresenta “histórico de saúde fragilizada”, com intercorrências médicas recentes, o que exigiria cuidados especiais. A autora também sustenta que o estresse extremo provocado pela exposição pública e pela privação de liberdade pode agravar o quadro clínico do ex-mandatário, gerando ansiedade, insônia e somatizações.

No texto, a psicóloga argumenta que o direito a medidas humanitárias, como a prisão domiciliar, não deveria ser condicionado a preferências políticas. Ela recorda que outros detentos com idade avançada ou doenças graves já obtiveram esse benefício e indaga por que a mesma consideração não teria sido estendida ao ex-chefe do Executivo.

“Prisão domiciliar não é absolvição, mas respeito à dignidade humana”, escreve Lobo. A colunista conclui perguntando “até onde vai” a rigidez de Moraes no caso e critica o que chama de “perseguição judiciária” contra Bolsonaro.

O artigo integra uma série de manifestações favoráveis à mudança no regime de prisão do ex-presidente. Nos últimos dias, familiares, médicos e advogados de Bolsonaro também encaminharam pedidos formais ao STF solicitando que ele cumpra a pena em casa.

Com informações de Pleno.News