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EUA e Israel bombardeiam mais de 2 mil alvos no Irã e matam principais líderes do regime

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Uma ofensiva conjunta de Estados Unidos e Israel chega ao quarto dia nesta terça-feira (3) com mais de 2 mil pontos atingidos em território iraniano desde o último sábado (28). A operação, segundo Washington, busca neutralizar a capacidade bélica do Irã, desmantelar seu programa nuclear e eliminar o comando político-militar do país.

Metas definidas por Washington

O governo norte-americano estabeleceu quatro objetivos centrais para a ação:

1. Destruir a capacidade iraniana de fabricar mísseis;
2. Aniquilar a Marinha do Irã;
3. Impedir a produção de uma arma nuclear;
4. Cortar financiamento e fornecimento de armas a grupos terroristas internacionais.

Autoridades militares afirmam que parte dessas metas já está sendo alcançada com bombardeios aéreos e ataques cibernéticos.

Lideranças eliminadas

O golpe político mais impactante foi a morte do aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã. Também foram confirmadas as mortes de:

• Amir Nasirzadeh, ministro da Defesa;
• Abdolrahim Mousavi, chefe do Estado-Maior;
• Mohammad Pakpour, comandante da Guarda Revolucionária;
• Mahmoud Ahmadinejad, ex-presidente do país.

A inteligência norte-americana destacou a rapidez da operação que localizou Khamenei.

Ataques ao programa nuclear

Instalações do programa atômico iraniano sofrem ofensiva sistemática. Foram registrados bombardeios nas proximidades da sede da Organização de Energia Atômica em Teerã e danos em edifícios de acesso à usina de enriquecimento de urânio de Natanz. A Agência Internacional de Energia Atômica informou que, até o momento, não há risco de vazamento de radiação.

Divisão de tarefas

Os EUA concentraram fogo sobre defesas aéreas, centros de comando, redes logísticas e instalações industriais. Já Israel focou em plataformas de lançamento de mísseis balísticos e na localização de figuras-chave do regime.

Reação interna do regime

Diante da superioridade aérea da coalizão, a resistência armada imediata foi limitada. O governo iraniano reduziu o acesso à internet a cerca de 1% da capacidade normal, medida destinada a conter ciberataques que estimulam a população a entregar armas e protestar. Sites de notícias e aplicativos religiosos foram invadidos por hackers.

Até o momento, não há previsão oficial para o fim das operações.

Com informações de Gazeta do Povo