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Trump convida Lula para Conselho da Paz e afirma: “Gosto dele”

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou nesta terça-feira, 20 de janeiro de 2026, que convidou o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva para integrar o recém-criado Conselho da Paz, órgão idealizado por Washington para monitorar conflitos internacionais.

Em coletiva de imprensa na Casa Branca, Trump respondeu a uma pergunta da repórter Raquel Krähenbühl, da TV Globo, e disse acreditar que Lula terá papel relevante no grupo. “Eu gosto dele”, declarou o chefe da Casa Branca.

De acordo com a CNN Brasil, o convite foi formalizado por carta enviada pela Casa Branca à embaixada do Brasil em Washington. Até o momento, o Palácio do Planalto não anunciou se aceitará a proposta.

Objetivos do Conselho

O Conselho da Paz faz parte do plano de 20 pontos apresentado por Trump para encerrar a guerra na Faixa de Gaza e ampliar a participação norte-americana em mediações globais. Segundo o governo dos EUA, o colegiado ficará responsável por supervisionar a administração transitória de Gaza, coordenar a reconstrução de infraestrutura civil e acompanhar a implementação do cessar-fogo entre Israel e o grupo Hamas.

Trump afirmou que decidiu criar o órgão após concluir que a Organização das Nações Unidas (ONU) não foi “capaz de ajudar” os EUA a resolver crises durante seu mandato. Segundo ele, o Conselho poderia “talvez substituir” a ONU em algumas funções, oferecendo mecanismo mais direto de mediação.

Convidados internacionais

Além do Brasil, convites foram encaminhados a lideranças de Argentina, Egito, Índia, Turquia, Canadá, Albânia e outros países. Hungria, Vietnã, Cazaquistão e Belarus já confirmaram presença, enquanto demais governos ainda analisam a proposta.

O Kremlin informou ter recebido convite para o presidente russo Vladimir Putin, que está em avaliação. Xi Jinping, líder da China, também foi convidado, segundo autoridades norte-americanas.

Sem prazo definido para a instalação do Conselho, Washington aguarda respostas formais dos chefes de Estado antes de anunciar a primeira reunião.

Com informações de Gazeta do Povo