O governo dos Estados Unidos condenou neste domingo, 14 de dezembro de 2025, o ataque a tiros que matou 15 pessoas e deixou 40 feridos na praia de Bondi, em Sydney, durante a comemoração do primeiro dia do Hanukkah. Quase mil fiéis participavam do evento quando os atiradores abriram fogo.
Em mensagem publicada na rede social X (antigo Twitter), o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, afirmou que “o antissemitismo não tem lugar neste mundo” e manifestou solidariedade às vítimas, à comunidade judaica e ao povo australiano. “Os Estados Unidos condenam veementemente o ataque terrorista na Austrália dirigido contra uma celebração judaica”, escreveu.
A procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, também enviou suas “orações às vítimas, às suas famílias e à comunidade judaica”, reforçando o repúdio de Washington ao atentado.
Autoridades australianas confirmam motivação antissemita
A polícia de Nova Gales do Sul classificou o tiroteio como ato terrorista motivado por ódio religioso. Segundo o premiê estadual, Christopher Minns, o ataque foi “planejado para atingir a comunidade judaica de Sydney no primeiro dia do Hanukkah”.
Um vídeo divulgado pelas autoridades mostra um civil desarmando um dos atiradores em meio ao caos, ação que pode ter impedido um número ainda maior de vítimas. Um dos terroristas foi morto durante a operação policial.
As investigações seguem para identificar todos os envolvidos e a possível existência de cúmplices. A segurança nos locais de culto judaico na Austrália foi reforçada.
Com informações de Gazeta do Povo