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Pastor Joel Engel diz que mudança interior ativa “DNA espiritual” e cita exemplo de Jacó

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O pastor Joel Engel afirmou, na quarta-feira (17), que o “DNA espiritual” colocado por Deus em cada cristão só é revelado quando há uma transformação interna. A mensagem foi compartilhada após a Escola Profética 2025, realizada em Santa Maria (RS).

Segundo Engel, a experiência de Jacó descrita no Antigo Testamento ilustra esse processo. “Israel só nasce quando morre Jacó”, declarou, explicando que a nova identidade surge quando a antiga é deixada para trás. O pastor comparou a mudança à cerimônia de casamento: “Quando o celebrante declara ‘marido e mulher’, a essência das pessoas se altera”.

O líder religioso destacou que a ativação do “DNA espiritual” não ocorre automaticamente, pois implica responsabilidade diante de Deus. Ele afirmou que, nesse momento, a presença divina (“Shekinah”) concede poder superior ao dos anjos, mas apenas a quem renuncia à “velha natureza”.

Engel lembrou que, apesar de ser o segundo filho, Jacó almejava a primogenitura para exercer o sacerdócio familiar. Para isso, enfrentou requisitos que seu irmão Esaú não cumpriu, como manter-se separado de tradições pagãs. “Jacó não buscava apenas bênçãos materiais, e sim a função de intercessor da família”, disse.

O pregador fez ainda um paralelo com a queda no Éden, afirmando que a serpente “contaminou” o DNA humano por meio de palavras, levando Adão e Eva a questionarem a própria identidade. “Uma das maiores dificuldades do cristão é perder a noção de quem é”, comentou.

De acordo com Engel, após passar 14 anos em uma região onde se cultuavam outros deuses, Jacó voltou à sua terra mantendo a fé. Naquele momento, afirmou o pastor, Deus enviou um anjo que ativou sobre ele a prosperidade prometida a Abraão e Isaque, concedendo-lhe “habilidade de adquirir riquezas”.

Para o pastor, prosperidade não se resume a acumular bens. “A maior chave se resume em três letras: dar”, resumiu, citando o reencontro de Jacó com Esaú, marcado por ofertas de reconciliação. Engel concluiu que o princípio se reflete no sacrifício de Deus ao oferecer Jesus para restaurar a relação com a humanidade.

Com informações de Guiame