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Ativista se identifica como responsável por bandeira dos EUA em ato na Paulista e desafia críticos

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São Paulo (SP) – Patrick Folena, integrante do movimento conservador Reforma Brasil e ex-assessor parlamentar de Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), assumiu a autoria da grande bandeira dos Estados Unidos estendida durante o ato pela liberdade e democracia na Avenida Paulista, em 7 de setembro.

Folena divulgou imagens do símbolo nas redes sociais na véspera da manifestação. Após a repercussão, ele direcionou respostas a críticos como o pastor Silas Malafaia e a deputada Maria do Rosário (PT-RS). “Venha me prender por causa de uma bandeira”, escreveu o ativista a Maria do Rosário no X (antigo Twitter). Ao religioso, afirmou que, se a proibição continuasse, levaria ao próximo protesto uma versão “duas vezes maior”.

A presença da bandeira norte-americana dividiu opiniões. Nos Estados Unidos, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) classificou o gesto como sinal de gratidão ao ex-presidente Donald Trump. Já os deputados federais Pedro Campos (PSB-PE) e Lindbergh Farias (PT-RJ) pediram que a Polícia Federal investigue o episódio.

Em nota, a assessoria de Orleans e Bragança declarou que o parlamentar “sempre defendeu a liberdade de expressão e o direito à manifestação pacífica”, mas informou que Folena não tem mais vínculo com o gabinete desde março de 2025. De acordo com dados do portal da Câmara citados pelo UOL, Folena atuou como secretário parlamentar de fevereiro de 2024 a março de 2025.

O pastor Silas Malafaia disse à Folha de S.Paulo ter ficado indignado com o uso da bandeira dos EUA no Dia da Independência do Brasil, reforçando que o 7 de setembro é data para exaltar o símbolo nacional brasileiro.

Folena mantém a posição de que a exibição do estandarte estrangeiro não fere a legislação e reitera o convite aos seus críticos: “Se acham que é crime, venham me prender”.

Com informações de Direita Online