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Sobrevivente de enchente abandona ocultismo e lesbianismo após experiência religiosa nos EUA

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Estados Unidos – Breyonté Andrews, 31 anos, afirmou ter mudado completamente de vida após escapar de uma enchente e decidir “entregar-se a Jesus”. A norte-americana relata que, antes do episódio, enfrentava traumas de abuso sexual, vivia relacionamentos homoafetivos e participava de rituais ocultistas.

Abuso na infância e crise de identidade

Nascida e criada por mãe solteira, Breyonté passou a morar com uma tia. Aos 7 anos, diz ter sido abusada pelo namorado da parente, situação que se repetiu por vários anos. Ela conta que o episódio abalou sua identidade e a levou a adotar roupas masculinas para “esconder o corpo”.

A tomada de consciência só veio na adolescência, ao assistir a um programa de TV sobre abuso infantil. “Percebi que aquilo também acontecia com meus primos”, descreveu em entrevista à rede CBN News.

Perda da mãe e entrada no ocultismo

Com 21 anos, Breyonté perdeu a mãe para o câncer. Tempos depois, mudou-se para Atlanta, onde conheceu duas mulheres lésbicas. Juntas, frequentavam festas, consumiam drogas e se envolveram em práticas espirituais como necromancia. “Montei um altar para falar com minha mãe”, relatou.

Experiência sobrenatural e busca por igreja

Durante uma festa, a norte-americana disse ter visto os próprios olhos “ficarem completamente negros” diante do espelho, ouvindo as perguntas: “O que você está fazendo? Em que se transformou? Como chegou a isso?”. O episódio a levou a procurar uma igreja na mesma semana.

Em um culto, ouviu de um pastor que precisava “se render”. Sem entender o significado, deixou o templo e, ao dirigir para casa, foi surpreendida por uma enxurrada que arrastou seu carro até a garagem de um desconhecido. Dentro do veículo, clamou: “Senhor Jesus, perdoa meus pecados. Estou cansada de fracassar. Ensina-me”.

Nova fase

Breyonté afirma que, após o incidente, abandonou o estilo de vida anterior, passou a usar roupas femininas e sentiu “liberdade”. Em 2020, casou-se com Michael; o casal tem duas filhas. Atualmente, ela participa de atividades evangelísticas e compartilha o testemunho em igrejas.

“Eu não me sentia digna, mas o Senhor me resgatou”, concluiu.

Com informações de Guiame