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Buraco no coração desaparece após 37 anos e espanta médicos nos EUA

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Uma moradora de Tulsa, nos Estados Unidos, recebeu a confirmação de que o orifício congênito em seu coração, identificado desde o nascimento, está completamente fechado depois de 37 anos. Erika Silva relatou o episódio durante um culto na Victory Church, na companhia do marido, Juan.

Nascida com um buraco no coração, Erika enfrentou este ano uma infecção grave que se espalhou pela corrente sanguínea e atingiu o órgão. O quadro exigiu mais de uma semana de internação e, em seguida, nova hospitalização. “Eles viram as bactérias entrando no meu coração. Eu poderia literalmente morrer”, contou.

Tratamento intensivo em casa

Após alta, a paciente foi encaminhada para casa com um cateter intravenoso, utilizado para administrar antibióticos diretamente na corrente sanguínea 24 horas por dia, durante aproximadamente um mês e meio.

Mesmo com melhora, os médicos alertaram que, se o orifício continuasse aberto, ela teria de usar antibióticos indefinidamente. Em consulta, Erika refutou a possibilidade. “Olhei para ele e disse: ‘Eu não aceito isso’. O médico respondeu que apenas o fechamento do buraco mudaria o prognóstico”, relatou.

Exame comprova fechamento do orifício

Alguns dias depois, uma ressonância magnética foi realizada. Após avaliar as imagens, o cirurgião responsável deu a notícia: “Não há mais buraco no seu coração. Você está curada. Você tem um coração normal”.

No altar da igreja, Erika celebrou o diagnóstico. “O mesmo Deus que me deu a salvação também me deu a cura. Ele transforma, prospera e restaura”, declarou aos fiéis.

Com o fechamento espontâneo do defeito cardíaco, Erika encerrou o uso de antibióticos e voltou à rotina sem restrições impostas pela cardiopatia congênita.

Com informações de Guiame