O senador Rodrigo Pacheco oficializou, na noite de quarta-feira (1.º), sua filiação ao Partido Socialista Brasileiro (PSB), encerrando sua passagem pelo PSD e reforçando especulações sobre uma eventual candidatura ao governo de Minas Gerais em 2026.
O ato de filiação, realizado em Brasília, contou com a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e recebeu o apoio público do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que vê em Pacheco um palanque consolidado no segundo maior colégio eleitoral do país.
Críticas à situação financeira de Minas
Durante o discurso, o senador apontou um “sucateamento da máquina pública” e destacou a dívida de R$ 185 bilhões do estado com a União. Ele defendeu a busca de “um caminho de progresso, desenvolvimento e valorização dos servidores públicos” em parceria com outras legendas.
Disputa com o atual governador
O cenário eleitoral mineiro ficou mais embaralhado com a migração do governador Mateus Simões — ex-vice de Romeu Zema — do Novo para o PSD. Simões pretende concorrer à reeleição, o que pode dificultar a eventual candidatura de Pacheco.
Sem confirmação de pré-candidatura
Pacheco evitou anunciar oficialmente que disputará o Palácio Tiradentes. Segundo ele, o PSB deverá “discutir nos próximos dias” a formação de chapas e alianças. Ainda assim, afirmou sentir-se “confortável” na nova sigla, composta, em suas palavras, por “pessoas responsáveis” e com “compromisso democrático”.
Ao encerrar, o senador reiterou a defesa das instituições, afirmando que essa obrigação “não pode ser trocada por likes em rede social”.
Com informações de Gazeta do Povo