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PSD oficializa Ronaldo Caiado como pré-candidato ao Planalto nesta segunda-feira

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São Paulo – O PSD confirma na tarde desta segunda-feira (30) o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, como pré-candidato à Presidência da República nas eleições de 2026. O lançamento ocorrerá na sede nacional da sigla, na capital paulista.

A decisão foi fechada na semana passada entre o presidente do partido, Gilberto Kassab, e Caiado, logo após a retirada do governador do Paraná, Ratinho Junior, da disputa pelo Planalto. Ratinho optou por concentrar esforços na sucessão ao governo paranaense em outubro.

Esta será a segunda tentativa de Caiado à Presidência. Em 1989, ainda à frente da União Democrática Ruralista (UDR), ele disputou a primeira eleição direta após a redemocratização.

Reações internas

O entendimento com Caiado provocou reação do governador gaúcho Eduardo Leite, também filiado ao PSD. Na última semana, Leite reiterou ser o único nome de centro dentro da legenda e classificou o colega goiano como representante da direita.

Trajetória recente no partido

Caiado ingressou no PSD no fim de fevereiro. Antes, era pré-candidato pelo União Brasil, mas perdeu espaço após a sigla firmar federação com o Progressistas. Com a mudança, passou a integrar o trio de governadores presidenciáveis do PSD, ao lado de Leite e Ratinho Junior.

Declaração de Ratinho Junior

Pela manhã, Ratinho Junior confirmou o apoio ao colega goiano. “A escolha reforça que o partido aposta em um gestor aprovado, com reconhecimento nacional nas áreas de educação e segurança”, afirmou, sem deixar de elogiar Eduardo Leite pela condução do Rio Grande do Sul.

Desincompatibilização em Goiás

Para concorrer ao Planalto, Caiado encaminha sua saída do governo de Goiás nesta terça-feira (31), em cerimônia na Assembleia Legislativa do estado. O vice-governador Daniel Vilela (MDB) assume o cargo e deve disputar a eleição estadual. A desincompatibilização obedece ao prazo legal de até seis meses antes do primeiro turno.

Eduardo Leite, por sua vez, informou que permanecerá no Palácio Piratini até o fim do mandato caso não seja escolhido para a corrida presidencial e descartou candidatura ao Senado.

Com informações de Gazeta do Povo