A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) prendeu, neste sábado (30), dois suspeitos de participação no assalto ocorrido no último domingo (24) na residência de familiares do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em Resende, sul fluminense.
De acordo com a investigação, ao menos cinco criminosos invadiram a casa, renderam Rogéria Bolsonaro – mãe do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) – e mantiveram ela e os pais dela sob ameaça por mais de uma hora, com armas apontadas para a cabeça e as bocas tapadas com fita adesiva.
Identificação dos veículos
Imagens de câmeras de segurança foram utilizadas para localizar os automóveis empregados na fuga. Segundo a PCERJ, as placas usadas no dia do crime eram furtadas e foram descartadas posteriormente para dificultar o trabalho policial.
Um dos carros foi abandonado no estado de São Paulo, para onde os assaltantes teriam fugido logo após o roubo. Outro veículo, que também teria sido usado na ação, foi apreendido na sexta-feira (29) em Resende, já com os dois suspeitos detidos.
Material apreendido
No momento da prisão, os agentes recolheram munição, um revólver, um simulacro de arma de fogo, celulares e roupas supostamente usadas pelos assaltantes. Objetos levados da casa da família Bolsonaro foram recuperados e reconhecidos pelas vítimas.
Policiais civis de São Paulo colaboraram com as buscas, uma vez que havia indícios de que parte do grupo cruzou a divisa entre os dois estados após o crime.

Imagem: Divulgação
Repercussão
Em publicações na rede social X, Flávio Bolsonaro afirmou que o ataque não foi “um simples assalto” e elogiou o trabalho da PCERJ: “Um trabalho de excelência da Polícia Civil, que continua fazendo diligências atrás de outros bandidos que também participaram desse crime”.
As investigações prosseguem para identificar e prender os demais envolvidos.
Com informações de Gazeta do Povo