A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) pediu nesta sexta-feira (data da publicação) que apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro evitem “julgamentos precipitados” sobre sua atuação depois da mudança do marido da Superintendência da Polícia Federal para o Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.
Em mensagem nas redes sociais, Michelle afirmou que as decisões tomadas por ela e pela família não têm “motivação político-partidária” e que “a família está acima de qualquer conveniência política”. “Peço que não me levem ao tribunal do julgamento pessoal, que não se apressem em me rotular”, escreveu. Segundo ela, “no tempo oportuno” as atitudes adotadas serão compreendidas.
Busca por prisão domiciliar
O apelo ocorre em meio a informações de que a ex-primeira-dama manteve conversas com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar viabilizar a prisão domiciliar de Bolsonaro. A Folha de S.Paulo relatou que ela se reuniu com o ministro Alexandre de Moraes na véspera da decisão que autorizou a transferência do ex-presidente para a Papuda. Já o UOL informou sobre uma audiência anterior com o ministro Gilmar Mendes tratando do mesmo tema, pedido que voltou a ser negado nesta sexta-feira.
Condições de saúde
Michelle reiterou preocupação com o estado de saúde do marido e disse considerar as instalações da unidade conhecida como “Papudinha” menos prejudiciais do que a permanência na sede da PF. Mesmo assim, afirmou que seguirá atuando para que Bolsonaro “permaneça em casa, sendo cuidado pela família”, citando risco de quedas dentro do presídio.
Valores esquecidos
Na mesma publicação, o Direita Online lembra que, segundo atualização de novembro do Sistema de Valores a Receber (SVR), brasileiros têm R$ 10,025 bilhões em “dinheiro esquecido” em bancos e outras instituições financeiras. O Banco Central ressalta que não cobra por consulta ou antecipação desses valores.
Com informações de Direita Online