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Michelle Bolsonaro barra possível apoio do PL a Eduardo Paes na eleição de 2026, apontam bastidores

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Relatos que circulam nos bastidores de Brasília indicam que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro comunicou a dirigentes do PL que não aceitará qualquer aliança da sigla com o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), na disputa pelo Governo do Estado em 2026.

A informação foi divulgada pelo colunista Igor Gadelha, do portal Metrópoles. Segundo o jornalista, Michelle teria afirmado em conversas reservadas que “não engole” Paes e atuará para impedir qualquer apoio partidário ao eventual projeto do prefeito fluminense.

De acordo com a coluna, a ex-primeira-dama pretende tratar do assunto diretamente com o pastor Silas Malafaia, aliado histórico do ex-presidente Jair Bolsonaro, que mantém relação amistosa com Paes.

Contexto de tensão dentro do PL

O veto a Eduardo Paes ocorre poucos dias depois de Michelle criticar, via mensagem ao deputado André Fernandes (PL-CE), a aproximação do partido com Ciro Gomes para a eleição estadual no Ceará. O episódio reforçou a postura de resistência da ex-primeira-dama a composições com adversários políticos.

Movimentação de Paes

Enquanto isso, Eduardo Paes intensifica articulações de olho em 2026. Na terça-feira (2), ele anunciou acordo para que Rio de Janeiro e Maricá transfiram parte dos royalties do petróleo para São Gonçalo, Magé e Guapimirim. O documento será encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) para homologação.

O ato ocorreu em São Gonçalo, governada pelo bolsonarista Capitão Nelson (PL). A foto oficial do encontro reuniu Paes, o prefeito de Maricá, Washington Quaquá (PT), e o deputado Altineu Côrtes, presidente estadual do PL, sinalizando possível aproximação com setores da legenda.

São Gonçalo abriga o terceiro maior colégio eleitoral do Rio, e um entendimento com o prefeito local pode ser estratégico para Paes, caso confirme a candidatura ao Palácio Guanabara.

Com informações de Direita Online