A modelo e influenciadora Martha Graeff divulgou nesta quarta-feira, 8 de abril de 2026, um vídeo em suas redes sociais para comentar o envolvimento no escândalo financeiro que atinge o banco Master. Ela afirma ter sido transformada em “bode expiatório” e sustenta que o vazamento de mensagens privadas com o ex-noivo, o banqueiro Daniel Vorcaro, teve o objetivo de desviar a atenção dos verdadeiros responsáveis pelo esquema.
“Atrocidade” e “covardia”
“Sobre o vazamento ilegal de mensagens íntimas entre uma mulher e um namorado, isso foi uma atrocidade, uma covardia, e serviu para tirar o foco de quem realmente deveria estar respondendo”, declarou Graeff. Segundo ela, a exposição a arrastou para um “lamaçal que não lhe pertence”.
Segunda manifestação pública
Esta é a segunda vez que a influenciadora comenta o caso. Na primeira ocasião, posicionou-se por meio de nota publicada pelo escritório de seu advogado. No novo vídeo, repetiu que não tinha conhecimento das operações investigadas e disse ter sido surpreendida até mesmo pela festa de noivado organizada por Vorcaro.
Patrimônio inalterado
Graeff reforçou que seu patrimônio permaneceu o mesmo antes e depois do relacionamento e que, assim como o público, soube pela imprensa sobre a origem dos bens do ex-companheiro.
Críticas ao uso político do caso
A modelo afirmou ainda que a situação “poderia ter acontecido com qualquer mulher” e lamentou que feministas tenham usado seu sofrimento para ganhar engajamento nas redes sociais.
Mensagens tornadas públicas
As conversas privadas vieram a público após a quebra de sigilo de Vorcaro na CPI do Crime Organizado. O conteúdo revelou detalhes da rotina financeira do banqueiro e indicou proximidade com autoridades, inclusive um relato em tempo real de reunião extraoficial no Palácio do Planalto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ministros de tribunais superiores.
Com isso, Graeff passou a ser considerada peça-chave pelos investigadores, apesar de insistir que apenas manteve uma relação pessoal com Vorcaro e desconhecia qualquer irregularidade.
Com informações de Gazeta do Povo