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Malafaia exige provas de Damares sobre suposta fraude de igrejas no INSS

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O pastor Silas Malafaia cobrou publicamente a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) após ela afirmar que “grandes igrejas” estariam envolvidas em um esquema de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A reação do líder religioso veio em um vídeo postado nas redes sociais em 14 de janeiro de 2026.

No registro, Malafaia exige que a parlamentar apresente provas ou esclareça a qual instituição se referia. “Ou ela prova o que está dizendo ou precisa se retratar”, declarou o pastor, criticando a generalização e afirmando que a fala “contribui para a criminalização das igrejas” sem fundamento concreto.

Durante o vídeo, o pastor reproduz um trecho em que Damares diz que o tema “machuca muito” e menciona o suposto envolvimento de instituições religiosas na fraude. Malafaia contestou: “Não aceito que todas as grandes igrejas sejam colocadas no mesmo pacote”. Ele também destacou a necessidade de responsabilidade no discurso, especialmente vindo de uma senadora com forte base evangélica.

Se já não bastasse Satanás e os ímpios para nos caluniar, vem alguém dita evangélica para fazer denúncia dessa gravidade sem dar nomes”, continuou o pastor, reforçando que defende transparência e pede a divulgação das supostas igrejas envolvidas.

Lista de igrejas citadas pela senadora

Até a publicação do vídeo, Damares Alves divulgou uma relação de igrejas que, segundo ela, estariam ligadas às irregularidades. O documento foi disponibilizado em seu perfil na rede social X (antigo Twitter).

R$ 10,025 bilhões em valores esquecidos

Na mesma data, o Banco Central informou que brasileiros têm R$ 10,025 bilhões em recursos esquecidos em bancos e outras instituições financeiras, conforme atualização de novembro do Sistema de Valores a Receber (SVR). O BC reforça que não há cobrança para consultas ou antecipação desses valores.

Malafaia encerrou sua manifestação afirmando que “não está aqui para passar a mão na cabeça de ninguém”, mas que qualquer acusação deve vir acompanhada de provas concretas.

Com informações de Direita Online