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Lula diz que adversário em 2026 sairá de “convenção fascista” e promete buscar quarto mandato

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Salvador (BA) – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira (23) que o concorrente que enfrentará na disputa pela reeleição será escolhido em uma “convenção fascista”. A declaração foi feita durante evento do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), na capital baiana.

Em meio à plateia, Lula disse estar preparado para tentar o quarto mandato. “Se preparem porque nós queremos ser tetra e vamos disputar as eleições”, afirmou. Ele acrescentou que a definição do rival deve ocorrer “em março ou abril”, quando, segundo ele, “os fascistas vão fazer convenção”.

Flávio Bolsonaro cotado, Tarcísio fora da disputa nacional

O cenário projetado por Lula aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como possível nome da direita, por indicação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Já o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), confirmou nesta semana que buscará a reeleição no estado, afastando-se da corrida presidencial de 2026.

Ataques a fake news

O presidente petista também criticou a disseminação de notícias falsas por seus adversários. “Vamos mostrar que a mentira não vai prevalecer, e quem usar o celular para contar mentira, fazer fake news, pode começar a guardar o celular”, declarou.

Cobrança aos EUA e críticas a Trump

No mesmo discurso, Lula condenou a operação militar dos Estados Unidos que levou à prisão de Nicolás Maduro, na Venezuela, e acusou o presidente norte-americano Donald Trump de propor “uma nova ONU da qual ele é o único dono”. O líder chavista e a primeira-dama Cilia Flores estão detidos em território norte-americano por acusações de narcoterrorismo.

Como é possível a falta de respeito à integridade territorial de um país? Não existe isso na América do Sul”, completou Lula, manifestando indignação com a ação que contou, segundo ele, com 15 mil soldados dos EUA no Mar do Caribe.

O presidente encerrou a fala reforçando que pretende manter a pressão por reformas no Conselho de Segurança da ONU com a inclusão de novos países, como Brasil, México e nações africanas.

Com informações de Gazeta do Povo