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Infláveis tomam a Paulista: boneco de Bolsonaro “censurado” e críticas a Lula voltam às ruas

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São Paulo (SP) – A Avenida Paulista voltou a exibir bonecos infláveis gigantes neste domingo, 1.º de março de 2026, em ato convocado por lideranças da direita. A manifestação retomou a estética dos “pixulecos” que marcaram os protestos pelo impeachment de Dilma Rousseff uma década atrás.

Entre as figuras expostas, chamou atenção um boneco do ex-presidente Jair Bolsonaro com uma faixa na boca onde se lia “Falem por mim”, menção dos organizadores a uma suposta censura imposta pelo Judiciário. Outros infláveis pediam que o presidente Lula, atualmente em seu terceiro mandato e novamente alvo de suspeitas de corrupção na visão dos manifestantes, fosse “preso outra vez”.

O termo “pixuleco” surgiu em 2015, após a Operação Pixuleco que teve como alvo o ex-ministro petista José Dirceu. Desde então, os bonecos se tornaram símbolo de protestos contra o PT e contra a corrupção.

Milhares de pessoas se concentraram nas proximidades do MASP. No carro de som batizado de “Avassalador” discursaram o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e os deputados federais Ricardo Salles e Luiz Philippe de Orleans e Bragança. Por volta das 15h, o senador Flávio Bolsonaro chegou acompanhado do governador mineiro Romeu Zema, do deputado Nikolas Ferreira e do pastor Silas Malafaia.

No fim da tarde, a via foi liberada gradualmente para o trânsito após a dispersão pacífica dos manifestantes.

Com informações de Gazeta do Povo