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Defesa de Bolsonaro pede que padre seja autorizado a prestar assistência religiosa na Papudinha

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A equipe jurídica do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) protocolou nesta segunda-feira, 26 de janeiro de 2026, um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que o padre Paulo M. Silva passe a integrar o grupo autorizado a oferecer assistência religiosa ao político na sala especial do 19º Batalhão da Polícia Militar, em Brasília, conhecida como Papudinha.

A solicitação busca estender, “nos mesmos dias e condições” já concedidos, o benefício que, desde 15 de janeiro, permite visitas semanais do bispo Robson Rodovalho e do pastor Thiago Manzoni. A autorização inicial foi concedida pelo ministro Alexandre de Moraes, quando determinou a transferência de Bolsonaro para a Sala de Estado-Maior dentro do batalhão.

Bolsonaro permaneceu em prisão domiciliar de 4 de agosto a 22 de novembro de 2025, período encerrado após a Polícia Federal apontar tentativa de violação da tornozeleira eletrônica com um ferro de solda. A prisão preventiva foi decretada no inquérito que investiga a atuação do ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) nos Estados Unidos.

Em 25 de novembro, Moraes mandou arquivar a ação penal sobre a suposta tentativa de golpe de Estado e determinou o cumprimento imediato da pena de 27 anos e três meses de reclusão imposta ao ex-presidente. Desde então, a defesa tem apresentado sucessivos pedidos de prisão domiciliar com alegações humanitárias, todos negados pelo ministro.

Agora, os advogados pedem que o padre Paulo seja incluído no rol de visitantes religiosos para garantir, segundo a petição, o “exercício pleno da liberdade de crença” de Bolsonaro.

Com informações de Gazeta do Povo