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Após deixar relatoria do caso Master, Toffoli recebe apoio público de partidos do Centrão

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Brasília — 13/02/2026. Partidos que integram o chamado Centrão divulgaram nesta sexta-feira (13) notas de solidariedade ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli, um dia depois de ele ter se afastado da relatoria das investigações sobre o caso Master.

As manifestações partiram do Solidariedade e da federação formada por União Brasil e Progressistas. As siglas classificam as críticas ao magistrado como “linchamento moral” e “narrativas caluniosas”.

Saída para conter crise

Toffoli aceitou deixar o comando do inquérito na quinta-feira (12) em acordo interno na Corte, medida que, segundo ministros, buscou conter uma “crise institucional inédita”. O gesto ocorreu após virem a público mensagens encontradas no celular do banqueiro Daniel Vorcaro, que citavam pagamentos ao ministro.

Apesar das menções, colegas de tribunal afirmaram, em comunicado, que não havia motivo para suspeição ou impedimento. O novo relator foi escolhido por sorteio: André Mendonça.

O que dizem as siglas

No texto assinado pelo deputado Paulinho da Força, o Solidariedade sustenta que vazamentos seletivos e “pressões indevidas” configuram afronta ao Estado Democrático de Direito. O partido declara “total apoio” a Toffoli e repudia “qualquer forma de perseguição”.

Já a federação União Brasil/Progressistas, representada por Ciro Nogueira (PP) e Antonio Rueda (União), alerta para “versões sem base sólida” que, segundo os dirigentes, buscam desacreditar o ministro. A nota afirma que atacar Toffoli “é enfraquecer os pilares do sistema democrático” e reforça confiança na “integridade” do magistrado.

Com as manifestações, o Centrão passa a ser o primeiro bloco político a defender publicamente o ministro desde o início do impasse envolvendo o caso Master.

Com informações de Gazeta do Povo