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Senador Magno Malta critica tornozeleira, prisão domiciliar e vigilância a Bolsonaro

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O senador Magno Malta (PL-ES) divulgou nesta sexta-feira (29.ago.2025) um texto no qual contesta as decisões judiciais que atingem o ex-presidente Jair Bolsonaro. No artigo, publicado no site Pleno.News, o parlamentar descreve como “perseguição” a sequência de medidas impostas ao aliado político.

Segundo Malta, Bolsonaro foi obrigado a utilizar tornozeleira eletrônica em julho, medida que o senador classifica como tentativa de constrangê-lo. Posteriormente, em agosto, foi decretada prisão domiciliar, impedindo o ex-presidente de participar de cultos religiosos e de comparecer à sede do Partido Liberal, afirma o congressista.

O texto também menciona proibição de entrevistas, restrições em redes sociais e “vigilância permanente” como parte do que o senador chama de “escalada do arbítrio”. Ainda de acordo com Malta, policiais reforçam a segurança no entorno da residência de Bolsonaro na véspera do julgamento marcado para 2 de setembro.

O parlamentar critica a possibilidade de agentes permanecerem dentro da casa do ex-chefe do Executivo, onde moram a esposa e a filha dele. Para Malta, a medida configuraria “invasão de intimidade”.

No artigo, o senador faz analogias literárias aos romances “1984”, de George Orwell, e “O Processo”, de Franz Kafka, para sustentar que haveria uma condenação antecipada do ex-presidente. Ele conclui convocando apoiadores para manifestações no dia 7 de setembro, Dia da Independência, em defesa do que chama de “liberdade” e “fim da ditadura da toga”.

O julgamento de Jair Bolsonaro está previsto para ocorrer em 2 de setembro, mas o conteúdo da denúncia não é detalhado no texto de Malta. O ex-presidente permanece em prisão domiciliar, monitorado por tornozeleira eletrônica, até nova decisão judicial.

Com informações de Pleno.News