Em artigo de opinião publicado nesta terça-feira, 26 de agosto de 2025, no site Pleno.News, o jornalista e teólogo Pedro Augusto classificou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, como “um dos piores ministros da história do país”.
Segundo o autor, que assina a coluna às 17h21, Haddad chega ao fim do terceiro ano à frente da pasta com um único resultado visível: a ampliação da carga tributária. Pedro Augusto afirma que o ministro “só fala em impostos” e alega que a estratégia serve para sustentar gastos públicos que, na avaliação dele, não param de crescer.
Cobrança de impostos e dívida pública
No texto, o colunista sustenta que a dívida pública segue em expansão “sem perspectiva de melhora até 2026” e compara o cenário a “uma bomba-relógio fiscal” a ser herdada pelo próximo governo em 2027. Ele também critica o pacote fiscal apresentado por Haddad, descrevendo a iniciativa como “um show para inglês ver”, sem cortes efetivos de despesas.
Reforma Tributária e articulação política
Pedro Augusto atribui o avanço da Reforma Tributária mais à atuação dos presidentes da Câmara e do Senado do que ao ministro da Fazenda. Para ele, a proposta “estaria mofando na gaveta” se dependesse exclusivamente de Haddad.
Decreto do IOF
O colunista relembra o episódio do decreto que prorrogou a cobrança de IOF. Após resistência no Congresso, o aumento foi mantido por decisão monocrática do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Para Pedro Augusto, o episódio evidenciou a “falta de habilidade política” do titular da Fazenda.
Discurso e responsabilidade fiscal
No artigo, o jornalista descreve os pronunciamentos de Haddad como “genéricos” e diz que o ministro coloca a culpa de problemas econômicos em bancos, rentistas e na oposição, sem apresentar autocrítica. Ele resume a política econômica do governo federal como “cobrar mais impostos para tapar buracos cada vez maiores”.

Imagem: Internet
Ao final, Pedro Augusto relaciona o desempenho de Haddad ao que considera ser o estilo do atual governo: “improviso, desorganização e irresponsabilidade fiscal”. Ele conclui que o próximo ocupante da pasta terá de lidar com “trabalho dobrado” para reverter a situação.
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Com informações de Pleno.News