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Pastor diz que comoção pela morte do cão Orelha aproximou pessoas de diferentes perfis

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O hebraísta, teólogo e pastor da Igreja Batista Nações Unidas, Luiz Sayão, afirmou em artigo publicado na manhã de 9 de fevereiro de 2026 que a morte do cachorro Orelha, vítima de crueldade, gerou um raro momento de união entre grupos diversos da sociedade.

No texto, Sayão relata que só percebeu a ligação simbólica do animal com sua congregação após a repercussão do caso. Segundo ele, a cena de solidariedade incluiu “autoridades, políticos, religiosos, atletas e celebridades”, que se manifestaram sem distinção de ideologias ou preferências pessoais.

O pastor compara a reação coletiva a passagens bíblicas que citam animais como instrumentos de aprendizado. Ele menciona, por exemplo, a jumenta que repreendeu o profeta Balaão, os corvos que alimentaram o profeta Elias e o “grande peixe” que confrontou Jonas.

Sayão conclui que o episódio envolvendo Orelha serviu como lembrete de valores como afeto, compaixão, justiça e solidariedade, reforçando a importância de atitudes que transcendam divisões políticas ou sociais.

O artigo foi divulgado às 9h27 e reflete exclusivamente a opinião do autor, sem representar necessariamente a linha editorial do veículo.

Com informações de Pleno.News