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Pastor compara PL da misoginia à prisão bíblica de José e critica possível desequilíbrio judicial

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Em artigo publicado às 10h59 de 27 de março de 2026, o pastor Renato Vargens relacionou o Projeto de Lei 896/2023, que equipara a misoginia ao crime de racismo, ao relato bíblico de José e a esposa de Potifar, registrado em Gênesis 39.

Comparação com narrativa bíblica

Vargens recorda que, segundo a Bíblia, José foi falsamente acusado de tentativa de estupro após rejeitar a sedução da mulher de seu senhor no Egito, o que resultou em sua prisão. Para o pastor, o episódio ilustra a possibilidade de injustiças baseadas apenas na palavra de um acusador.

Pontos do PL 896/2023 destacados

O artigo menciona que o texto em tramitação:

  • considera misoginia “manifestação de aversão ou ódio contra mulheres, baseada na crença de supremacia do gênero masculino”;
  • coloca tal prática no mesmo patamar legal do racismo, prevendo sanções penais;
  • pode levar à prisão homens acusados de assédio ou ofensas, caso o projeto seja aprovado.

Críticas do autor

Vargens afirma que a proposta “promoverá divisão e ódio entre homens e mulheres”, ao, segundo ele, privilegiar automaticamente a palavra da acusadora. O pastor teme que a medida resulte em situações análogas à vivida por José, com prisões sem amplo direito de defesa.

Quem é Renato Vargens

Renato Vargens é pastor sênior da Igreja Cristã da Aliança, em Niterói (RJ), conferencista e autor de 32 livros em português e um em espanhol. Integra os conselhos do TGC Brasil e do IBDR.

O texto publicado reflete a opinião do autor, não necessariamente a do portal onde foi divulgado.

Com informações de Pleno.News