Home / Notícias / Mundo Cristão / Um terço dos pastores deixa o púlpito por esgotamento ou conflitos, aponta pesquisa nos EUA

Um terço dos pastores deixa o púlpito por esgotamento ou conflitos, aponta pesquisa nos EUA

rss featured 19156 1755778171
Spread the love

Levantamento da Lifeway Research indica que 34% dos pastores que abandonaram o ministério apontam o esgotamento ou disputas internas como razão principal para a saída.

Quem participou do estudo

A pesquisa on-line ouviu 730 ex-pastores das Assembleias de Deus, Igreja do Nazareno, Igreja Wesleyana e Convenção Batista do Sul entre 6 de maio e 6 de julho.

Principais motivos para deixar o cargo

40% – mudança de vocação

18% – conflitos na igreja

16% – burnout (esgotamento)

10% – problemas familiares

10% – dificuldades financeiras

6% – doenças

6% – incompatibilidade com a congregação

4% – questões denominacionais

3% – fechamento de igrejas durante a Covid-19

Conflitos são frequentes

Entre os que deixaram o púlpito por conflitos, 45% relataram desafios significativos no último ano de atuação. No total, 87% dos entrevistados vivenciaram algum tipo de atrito em sua última igreja; 56% mencionaram resistência a mudanças propostas e 49% disseram ter sido alvo de ataques pessoais.

Tempo de serviço e novos rumos

O levantamento mostra que 43% serviram como pastores em apenas uma igreja antes de sair do cargo, e outros 43% atuaram como pastor sênior por até dez anos. Mesmo após a renúncia, 53% continuam atuando em ministérios, mas em funções diferentes.

Um terço dos pastores deixa o púlpito por esgotamento ou conflitos, aponta pesquisa nos EUA - Imagem do artigo original

Imagem: guiame.com.br

Comparação com estudo anterior

Pesquisa semelhante realizada pela Lifeway em 2021 registrou 32% de ex-pastores citando mudança de chamado, 18% apontando conflitos e 13% mencionando burnout.

Cenário mais amplo

Dados do Instituto Hartford de Pesquisa Religiosa mostram que 53% dos pastores norte-americanos consideraram seriamente abandonar o ministério pelo menos uma vez desde 2020, sobretudo devido às dificuldades enfrentadas durante e após a pandemia.

Com informações de Guiame