O pastor Rob McCoy, copresidente da Turning Point Faith, lamentou publicamente a morte de Charlie Kirk, 30, fundador da organização conservadora Turning Point USA, assassinado a tiros na quinta-feira (4) no campus da Utah Valley University, em Orem, Utah.
Em entrevista à Fox News, McCoy classificou o crime como “ato covarde” e afirmou que o ativista “nunca recorreu à violência, mas era ameaçado diariamente”. O religioso enfatizou que Kirk, a quem chamava de “amigo e maior fã”, será lembrado por inspirar estudantes a viverem guiados pela fé.
Vínculo de longa data
McCoy relatou que sua igreja, a Godspeak Calvary Chapel, foi a primeira a oferecer espaço para o jovem palestrar há 25 anos. “Ele acreditava que nenhuma igreja o aceitaria”, disse. O pastor acrescentou que, segundo sua crença, “Charlie não morreu, apenas começou a viver de verdade”, referindo-se à esperança cristã da vida eterna.
Kirk deixa a esposa, Erika Frantzve, e dois filhos: uma menina de 3 anos e um menino de 1.
Homenagens nacionais
Líderes cristãos em todo o país também se pronunciaram. O cineasta Robby Starbuck destacou a “fé inabalável” de Kirk e sua influência na revitalização de grupos cristãos nos campi universitários. Já o escritor Will Witt, que trabalhou por dois anos na TPUSA, descreveu o ativista como “um dos homens mais piedosos” que conheceu.
O pastor Robert Jeffress, de Dallas, Texas, afirmou que o assassinato “ilustra a atuação do mal no mundo” e pediu orações pela família de Kirk. Segundo ele, a melhor forma de honrar o ativista é manter viva a disposição de “falar a verdade em amor”.
Imagem: Internet
Até o momento, autoridades locais não divulgaram detalhes sobre o autor dos disparos. A investigação segue em andamento.
Charlie Kirk será velado em cerimônia reservada à família; informações sobre homenagens públicas ainda não foram confirmadas.
Com informações de Guiame