Em texto publicado em 8 de janeiro de 2026, o deputado federal e pastor Marco Feliciano declarou que o governo de Cuba atravessa “seus últimos suspiros” após a interrupção do envio de petróleo subsidiado pela Venezuela. Para o parlamentar, a ruptura do abastecimento – que ele atribui à queda de Nicolás Maduro – retira o principal fôlego econômico do regime de Havana.
Feliciano compara o momento político cubano à metáfora da “fruta podre que cai sozinha” e sustenta que, sem o apoio venezuelano, a ilha pode seguir o mesmo caminho da administração de Caracas. Ele acrescenta que a situação pode se repetir em outros países da região, como a Nicarágua.
No artigo, o deputado descreve um cenário de penúria em Cuba, citando carência de alimentos, medicamentos e infraestrutura, além de falta de liberdade e perspectivas de futuro. Ele menciona ainda automóveis norte-americanos das décadas de 1950 e 1960 circulando pelas ruas, moradias divididas entre várias famílias e prédios deteriorados, retratando um país “congelado no passado”.
Segundo o pastor, o petróleo fornecido por Caracas “ainda dava alguns sopros de sobrevida” ao governo cubano, dentro da parceria entre os integrantes do Foro de São Paulo. Sem esse subsídio, Feliciano avalia que Havana poderá recorrer aos Estados Unidos em busca de auxílio para enfrentar a crise.
O parlamentar afirma que o mundo poderá conhecer “todos os sofrimentos” acumulados por mais de 60 anos de administrações autoritárias na ilha, inicialmente ligadas à União Soviética e, mais recentemente, ao próprio Foro de São Paulo. Ele encerra o texto pedindo bênçãos divinas ao povo cubano e aos cristãos que vivem no país.
Marco Feliciano cumpre o quarto mandato consecutivo como deputado federal por São Paulo. É ainda escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.
Com informações de Pleno.News