Brasília, 4 de fevereiro de 2026 – O pastor e deputado federal Marco Feliciano publicou, às 11h45 desta terça-feira, um artigo no portal Pleno.News defendendo a música “Auê” das acusações de profanação que circulam nas redes sociais.
Segundo Feliciano, internautas têm associado a canção a supostas referências a religiões de matriz africana por citar termos como “Zé”, “Maria”, “saia”, “samba” e a expressão “auê”. Para o parlamentar, essa interpretação nasce de “associação cultural rasa” e desconhecimento linguístico, histórico e bíblico.
Argumentos apresentados
• “Zé” e “Maria”: Feliciano afirma que são hipocorísticos comuns da língua portuguesa (abreviações de José e Maria) usados para representar o “homem comum” e a “mulher do povo”, sem relação espiritual.
• Samba, saia e dança: o pastor classifica esses elementos como manifestações culturais brasileiras e reforça que “dança não é pecado” e “alegria não é profanação”.
• Significado de “auê”: de acordo com o autor, trata-se de uma onomatopeia que descreve barulho coletivo, festejo e agitação, sem conotação religiosa.
Falta de citação explícita a Deus
Apesar de defender a canção, Feliciano observa que a letra não menciona Deus ou Jesus diretamente, o que, em sua visão, a torna “subjetiva” em contexto de culto. Mesmo assim, ele ressalta que isso não a torna profana, apenas suscetível a interpretações variadas.
Conclusão do articulista
Feliciano resume a composição como “apenas uma música bonita” e conclama o público a buscar conhecimento antes de fazer acusações, evitando “preconceito disfarçado de zelo espiritual”.
O deputado, que cumpre o quarto mandato consecutivo por São Paulo e preside a Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento, encerra o texto pedindo “sabedoria e discernimento”.
Com informações de Pleno.News