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Marco Feliciano critica crise energética e alimentar em Cuba e cobra posicionamento de defensores do regime

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O deputado federal Marco Feliciano (PL-SP) afirmou nesta sexta-feira (20.mar.2026) que Cuba atravessa um agravamento da crise econômica, energética e alimentar que já dura décadas. Em artigo publicado às 14h30, o parlamentar lembrou que, após quase 60 anos de apoio financeiro da extinta União Soviética e, posteriormente, do fornecimento gratuito de petróleo pela Venezuela, a ilha enfrenta hoje apagões gerais e fome endêmica.

Segundo Feliciano, a matriz energética cubana depende majoritariamente de usinas termoelétricas movidas a petróleo, o que explica a sequência de interrupções no fornecimento de eletricidade. Ele também atribuiu a escassez de alimentos à falta de planejamento agrícola dentro do modelo socialista adotado no país.

O deputado recordou que, na década de 1950, Cuba figurava entre as economias mais dinâmicas das Américas, mas viu profissionais qualificados deixarem o país após a Revolução de 1959. Como exemplo, citou veículos antigos que ainda circulam em Havana, mantidos por adaptações improvisadas.

Feliciano acrescentou que o presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, sinalizou recentemente a possibilidade de eleições livres e abertura democrática e já teria liberado alguns presos políticos. Para o parlamentar, o gesto evidencia a gravidade do momento vivido pela ilha.

O artigo também menciona que, diante do cenário atual, figuras da esquerda brasileira que tradicionalmente defendem o regime cubano permanecem em silêncio. Feliciano encerra o texto expressando esperança por dias melhores para a população de Cuba.

Com informações de Pleno.News