O senador Magno Malta (PL-ES) afirmou nesta segunda-feira (18) que considera “injusta” a inclusão do pastor Silas Malafaia no inquérito da Polícia Federal que já apura o ex-presidente Jair Bolsonaro, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o comunicador Paulo Figueiredo.
De acordo com Malta, Malafaia foi informado pela imprensa, na quinta-feira (14), de que passou a ser investigado, sem ter recebido notificação oficial da Justiça. O parlamentar classificou o procedimento como irregular e um “ataque” à liberdade de expressão.
O inquérito foi instaurado em maio e apura supostas ações destinadas a dificultar processos que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF). O relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, sustenta que as condutas atribuídas ao pastor teriam o objetivo de atrapalhar o andamento da ação em que Jair Bolsonaro é acusado de tentativa de golpe de Estado.
Magno Malta afirmou que Silas Malafaia “nunca cometeu crime” e sempre participou de manifestações pacíficas em defesa da democracia. O senador declarou que permanecerá ao lado do pastor e comparou a situação a episódios de perseguição religiosa em regimes autoritários.

Imagem: pleno.news
O pronunciamento do parlamentar foi publicado em artigo no portal Pleno.News às 10h29 desta segunda-feira (18).
Com informações de Pleno.News