Em artigo publicado nesta terça-feira, 13 de janeiro de 2026, o deputado federal e pastor Marco Feliciano afirmou que o Brasil deveria apenas celebrar a conquista de dois prêmios no Globo de Ouro pelo filme O Agente Secreto, mas que o momento foi “sabotado” pelo discurso político do ator Wagner Moura.
A produção dirigida por Kleber Mendonça Filho venceu nas categorias Melhor Filme em Língua Não Inglesa e Melhor Ator em Filme de Drama, este último entregue a Moura. Para Feliciano, a premiação projeta o cinema nacional no exterior; contudo, o parlamentar vê “maledicência” na postura do protagonista, que, segundo ele, preferiu fazer críticas ao cenário político brasileiro.
O pastor argumenta que o país vive “crise política” marcada por “presos políticos”, “penas desproporcionais” e até “morte de detento sob custódia do Estado”. Na avaliação do deputado, Moura poderia ter evitado referências ao período militar e a governos anteriores, o que, de acordo com Feliciano, desrespeita eleitores que apoiaram as gestões citadas.
Sem mencionar nominalmente o ator, o articulista refere-se a ele como “incircunciso” e afirma que o “ostracismo futuro” apagará a atual notoriedade. Feliciano encerra o texto pedindo “bênçãos celestiais” aos que classifica como perseguidos políticos e criticando o uso de recursos públicos para o que chama de “ideias marxistas ateístas travestidas de cultura”.
Marco Feliciano está em seu quarto mandato consecutivo como deputado federal por São Paulo. Ele também atua como escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.
Com informações de Pleno.News