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Denúncia cita 43 mil mortos no Irã e cobra reação do Brasil na ONU

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O Centro Internacional de Direitos Humanos no Irã (ICHR) aponta que 43 mil pessoas foram mortas em ações de repressão estatal no país, informa artigo assinado pelo cientista político Lawrence Maximus e publicado em 30 de janeiro de 2026.

No texto, Maximus classifica o dado como “alarmante” e afirma que a quantidade de vítimas deveria gerar resposta imediata da comunidade internacional. Ele critica a ausência de uma posição clara do governo brasileiro nas discussões das Nações Unidas sobre o tema.

Segundo o colunista, o Brasil tem adotado abstenções, discursos genéricos e não apresentou condenações diretas ao regime iraniano, atitude que, na avaliação dele, contrasta com a tradição diplomática do país de defender direitos humanos.

O articulista também cita perseguição a mulheres, opositores políticos e minorias religiosas no Irã, e defende que o Brasil proponha investigações independentes e apoie possíveis sanções internacionais contra responsáveis pelas violações.

Lawrence Maximus atua como analista de Oriente Médio e é mestre em Ciência Política com foco em cooperação internacional.

Com informações de Pleno.News