Home / Notícias / Colunista critica exposição precoce de igrejas após fala de Damares Alves

Colunista critica exposição precoce de igrejas após fala de Damares Alves

ocrente 1769106876
Spread the love

Em artigo publicado às 13h26 de 22 de janeiro de 2026, a psicóloga e articulista Marisa Lobo contestou a repercussão de declarações da senadora Damares Alves que apontaram um suposto envolvimento da Igreja Batista da Lagoinha em fraudes contra o INSS e o Banco Master. A autora acusa a mídia de divulgar as suspeitas antes da apresentação de provas ou conclusão de investigações oficiais.

Segundo Lobo, o caso ganhou destaque sem que órgãos competentes tenham confirmado qualquer irregularidade. Para ela, a convocação de pessoas para depor em Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) foi tratada como sinônimo de culpa, o que, em seu entendimento, contraria o devido processo legal.

Alertas sobre generalizações

A colunista afirma que transformar suspeitas isoladas em acusações contra toda uma denominação cristã alimenta “estigmatização, intolerância e perseguição simbólica” contra os evangélicos. Ela classifica a reação pública como um “linchamento moral coletivo” e alega que, mesmo que nenhuma ilegalidade seja comprovada, o dano à imagem da igreja pode ser irreversível.

Cobrança por responsabilidade na cobertura

No texto, Marisa Lobo defende que denúncias sejam apuradas “com rigor”, mas condena a veiculação de acusações “baseadas em suposições” e “antes da investigação”. A articulista sustenta que citar igrejas nominalmente sem provas fortalece discursos de intolerância religiosa e fere princípios democráticos.

A autora encerra afirmando que a exposição precipitada não combate o crime nem promove transparência, mas “criminaliza a fé” e fragiliza a sociedade.

Com informações de Pleno.News