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Coluna ataca críticas à captura de Nicolás Maduro e aponta “fetiche ideológico”

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Em artigo publicado às 11h07 de 5 de janeiro de 2026, a jornalista Juliana Moreira Leite afirma que a recusa de algumas figuras públicas brasileiras em reconhecer a captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, transforma o debate político em “coreografia moral”. O texto foi veiculado no portal Pleno.News.

De acordo com a autora, a deputada federal Erika Hilton, a atriz Luana Piovani e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, estariam priorizando “pose” e “símbolos” ao questionar a legalidade da detenção do líder venezuelano. Na avaliação da colunista, essas vozes ignoram denúncias de prisões arbitrárias, censura à imprensa, colapso social e processos eleitorais viciados na Venezuela.

Leite argumenta que, ao relativizar a prisão de Maduro, críticos oferecem um “salvo-conduto moral” ao presidente deposto. Para a jornalista, reduzir o episódio a interesses econômicos, como a disputa por petróleo, desconsidera crimes atribuídos ao regime, que incluem, segundo ela, atuação de cartéis e repressão a opositores.

No texto, a colunista elogia a decisão do ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump de apoiar a derrubada de Maduro. Segundo Juliana Leite, Trump teria escolhido “a consequência em vez da pose” ao endossar a transição de poder em Caracas.

O artigo encerra lembrando que a opinião expressa é exclusiva da autora e não reflete, necessariamente, a posição editorial do veículo.

Com informações de Pleno.News