O Banco Central informou, nos últimos dias, o encerramento da primeira fase do Drex — projeto que estuda a versão digital do real — apontando falhas de segurança e privacidade como principal motivo da decisão.
Apesar da suspensão, o diretor da Federação Nacional de Associações dos Servidores do Banco Central (Fenasbac), Rodrigoh Henriques, declarou que o desenvolvimento do Drex continua. Segundo ele, a iniciativa passará por “mudanças estratégicas” e deve ser retomada já em 2026.
Em artigo de opinião, o pesquisador de escatologia bíblica Vinícius Lana interpreta o recuo como uma possível “manobra” para reapresentar o sistema de forma mais discreta no futuro. Na avaliação do autor, a nova etapa poderia ser incorporada a aplicativos bancários e carteiras digitais, preservando o objetivo de ampliar o controle sobre transações financeiras.
Lana ainda relaciona o avanço de moedas digitais a preocupações religiosas, mencionando que a adoção em larga escala de um dinheiro totalmente eletrônico poderia abrir caminho para formas de monitoramento consideradas excessivas.
Até o momento, o Banco Central não detalhou quais ajustes serão feitos no projeto nem divulgou novo cronograma oficial para a implementação do Drex.
Com informações de Pleno.News