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Analista compara supostos R$ 104 bi em desvios sob PT ao ouro extraído por Portugal

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O cientista político Lawrence Maximus afirmou em artigo publicado nesta terça-feira (28) no portal Pleno.News que, nos 16 anos em que o Partido dos Trabalhadores (PT) governou o Brasil, teriam sido desviados R$ 104 bilhões, cifra que, segundo ele, supera os R$ 83 bilhões (em valores atualizados) de ouro levados por Portugal durante o período colonial.

De acordo com o colunista, o montante atribuído a esquemas de corrupção reúne R$ 42 bilhões identificados pela Operação Lava Jato, R$ 7 bilhões em fraudes no INSS e R$ 100 milhões no caso Mensalão. Ele também cita R$ 55 bilhões em empréstimos concedidos a países como Cuba, Angola, Venezuela, Argentina e República Dominicana, valores que, na avaliação do autor, não retornarão aos cofres públicos.

Maximus lembra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou a intenção de disputar a eleição de 2026, o que lhe daria a chance de cumprir um quarto mandato. O analista sustenta que o anúncio reacende o debate sobre o desempenho econômico dos governos petistas, marcado, na opinião dele, por “estagnação, descrédito institucional e aumento da carga tributária”.

Pacote social de R$ 100 bilhões

No mesmo artigo, o pesquisador menciona reportagem do jornal O Estado de S. Paulo segundo a qual o governo prepara um pacote de R$ 100 bilhões em benefícios para 2026. Entre as medidas estariam passe livre no transporte público em todo o país, isenção de Imposto de Renda para salários de até R$ 5 mil, gás de cozinha gratuito e conta de luz zerada para 17 milhões de famílias, além de subsídios e crédito habitacional facilitado.

Embora reconheça a importância de programas sociais, Maximus questiona o momento da proposta, observando que os gastos seriam concentrados em ano eleitoral. Para ele, a estratégia pode agravar a pressão sobre as contas públicas e levar o Brasil a uma “crise fiscal sem precedentes”.

O colunista finaliza afirmando que, diante do cenário descrito, o eleitor estaria diante da repetição de promessas que, na visão dele, “não se concretizaram nas gestões anteriores”.

Com informações de Pleno.News