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Venezuela solta 15 jornalistas detidos durante o regime Maduro

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O governo chavista da Venezuela anunciou na manhã desta quarta-feira, 14 de janeiro de 2026, a libertação de 15 profissionais da imprensa que estavam presos por motivos políticos. A informação foi confirmada pelo Sindicato Nacional de Trabalhadores da Imprensa (SNTP) e pelo Colégio Nacional de Jornalistas (CNP).

De acordo com as entidades, a medida integra um processo gradual de libertação de presos políticos iniciado após a captura do ex-presidente Nicolás Maduro por forças dos Estados Unidos, em 3 de janeiro. Grande parte dos detidos havia sido encarcerada depois das eleições presidenciais de 2024, apontadas por organizações internacionais como fraudulentas.

Jornalistas libertados

Entre os profissionais soltos estão:

Roland Carreño, Nicmer Evans, Ramón Centeno, Carlos Marcano, Víctor Ugas, Leandro Palmar, Belices Cubillán, Julio Balza, Nakary Mena, Gianni González, Carlos Julio Rojas, Rafael García Márvez e Luis López. Os nomes dos outros dois libertados ainda não foram divulgados oficialmente.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Roland Carreño afirmou que a libertação ocorreu nas primeiras horas do dia e pediu que o processo se estenda até que “não reste nenhum preso político no país”.

Seis ainda seguem presos

Apesar do anúncio, o SNTP e o CNP registram que ao menos seis jornalistas permanecem detidos em diferentes unidades prisionais venezuelanas. Organizações de defesa da liberdade de imprensa cobram a liberação imediata dos remanescentes.

Pressão internacional

A decisão de Caracas ocorre em meio à pressão crescente dos Estados Unidos, que classificaram a medida como “um passo na direção correta”, mas ressaltaram que aguardam a libertação de todos os presos políticos.

Com informações de Gazeta do Povo