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Trump oficializa Conselho da Paz em Davos e obtém adesão de mais de 20 países

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançou oficialmente nesta quinta-feira (22) o Conselho da Paz durante a 56ª edição do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. O novo órgão internacional, que nasce sob liderança norte-americana, foi idealizado inicialmente para coordenar a reconstrução da Faixa de Gaza, mas ganhou escopo global e promete atuar na mediação de conflitos em diferentes regiões.

Ao anunciar a assinatura da Carta Constitutiva, Trump afirmou que “o mundo vai bem quando os EUA vão bem” e marcou a primeira reunião do conselho para o mesmo dia. Segundo o presidente, o grupo já conta com “líderes muito populares” e outros “nem tão populares” — comentário entendido como referência ao presidente russo, Vladimir Putin, que ainda não confirmou participação.

Países que já confirmaram presença

No palco em Davos, representantes de Mongólia, Uzbequistão, Emirados Árabes Unidos, Turquia, Arábia Saudita, Catar, Paraguai, Paquistão, Kosovo, Cazaquistão, Jordânia, Indonésia, Hungria, Bulgária, Azerbaijão, Armênia, Argentina, Marrocos e Bahrein manifestaram apoio imediato ao novo conselho.

Depois, também aceitaram o convite Israel — apesar do desconforto do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu com a presença de turcos e catarianos no núcleo decisório —, além de Egito, Vietnã e Belarus.

Trump enviou convites a dezenas de países, incluindo rivais históricos como China e Rússia. Por ora, França e Noruega recusaram integrar o órgão, enquanto Reino Unido e Brasil ainda avaliam a adesão.

O formato de atuação, a estrutura administrativa e o orçamento do Conselho da Paz não foram detalhados. Trump, contudo, declarou que pretende trabalhar em parceria com organizações internacionais, “inclusive a ONU”, embora tenha sugerido que o novo colegiado poderia um dia substituir as Nações Unidas.

Com informações de Gazeta do Povo