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Trump ordena ofensiva maciça contra o Irã e mata aiatolá Khamenei, gerando reação em cadeia no Oriente Médio

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Washington lançou, no fim de semana, a operação Fúria Épica, um bombardeio de 24 horas que eliminou mais de mil alvos no Irã e resultou na morte do líder supremo aiatolá Ali Khamenei. A ação, autorizada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contou com apoio de Israel e mirou bases militares, instalações de mísseis, prédios governamentais e centros de propaganda.

Por que o ataque foi feito?

Segundo autoridades norte-americanas, a decisão partiu de três fatores: a recusa iraniana em interromper o enriquecimento de urânio, a detecção de uma reunião do alto comando em Teerã — considerada “oportunidade única” para enfraquecer o regime — e a tentativa de impedir ofensivas contra tropas dos EUA na região, após serviços de inteligência apontarem que Israel planejava agir por conta própria.

Desdobramentos imediatos

Em retaliação, Teerã disparou mísseis contra bases americanas em Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Kuwait e Catar. O confronto se estendeu ao Líbano, onde o Hezbollah trocou ataques com Israel.

Risco de vazio de poder

Analistas alertam que o colapso da cúpula iraniana pode abrir caminho para três cenários: domínio ainda mais radical da Guarda Revolucionária, prolongado período de caos interno ou a ascensão de uma liderança disposta a negociar o fim de sanções. Um conselho provisório assumiu temporariamente a administração do país.

Impacto na política dos EUA

Dentro dos Estados Unidos, a ofensiva divide opiniões. Apesar do lema “America First” defender menor envolvimento em conflitos externos, a Casa Branca afirma que o ataque foi “preventivo” e essencial para a segurança nacional. Pesquisas indicam que a maioria da população rejeita a ação por temer uma guerra prolongada, tema que deve dominar as eleições legislativas de 2026. Parlamentares democratas questionam a legalidade da operação sem aval do Congresso.

Até o momento, não há indicação de cessar-fogo, e diplomatas internacionais monitoram a escalada de tensões no Oriente Médio.

Com informações de Gazeta do Povo