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Trump determina que diplomatas monitorem países que subsidiam aborto, eutanásia e políticas de diversidade

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WASHINGTON, 21 nov. 2025 – O governo do presidente Donald Trump instruiu todas as embaixadas e consulados dos Estados Unidos a registrarem, em seus próximos relatórios sobre direitos humanos, informações detalhadas de nações que financiem ou incentivem aborto, eutanásia, mudança de sexo em menores de idade e programas de diversidade, equidade e inclusão.

As novas diretrizes, enviadas pelo Departamento de Estado, determinam que os diplomatas “tomem nota” de políticas ou leis consideradas pelo governo americano como violações de direitos humanos. “Nos últimos anos, novas ideologias destrutivas deram refúgio a violações de direitos humanos”, afirmou o porta-voz adjunto do Departamento, Tommy Pigott, em comunicado. Ele acrescentou que Washington não permitirá que práticas como “mutilação de crianças” e restrições à liberdade de expressão fiquem “impunes”.

O que deve ser relatado

Segundo fontes do Departamento de Estado, as representações diplomáticas deverão:

  • Indicar subsídios estatais a abortos ou a medicamentos abortivos;
  • Informar o número total de interrupções voluntárias da gravidez;
  • Descrever políticas de diversidade, equidade e inclusão (DEI) consideradas discriminatórias por raça, sexo ou classe social;
  • Apontar tentativas de coagir cidadãos a realizar eutanásia;
  • Reportar processos de mudança de sexo em menores, classificados como “mutilação química ou cirúrgica”;
  • Detalhar investigações que limitem a liberdade de expressão e violações à liberdade religiosa, com ênfase em casos de antissemitismo;
  • Registrar práticas que facilitem migração em massa ou ilegal através do território analisado.

As orientações fazem parte do esforço da Casa Branca para ampliar, no exterior, a agenda que o presidente Trump defende internamente e para redirecionar as relações dos EUA com governos considerados transgressores de direitos humanos.

Com informações de Gazeta do Povo